Objetos de Aprendizagem

Uma ferramenta muito interessante para professores que buscam apoio para suas aulas através do uso das tecnologias.

Copa do Mundo

Como andam as obras das arenas que receberão os jogos?

Serra Pelada

Até quando? Até quando as vistas grossas farão parte do cardápio servido aos garimpeiros de Serra Pelada?

A Corrida pela Compra de votos...

Não talvez como na eleição para Presidente, quando tucanos foram pegos trocando chocolate por voto, mas, já está a todo vapor!!

A carga tributária brasileira

De 2002 a 2010, os impostos aumentaram 10% no Brasil. É mais uma herança maldita do lulismo.

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Audácia e disciplina!


> Quem não tem audácia e disciplina pode alimentar grandes sonhos, mas eles serão enterrados nos solos da sua timidez e nos destroços das suas preocupações. Estará sempre em desvantagem competitiva.

> Os jovens galileus foram corajosos ao atender ao convite de Jesus Cristo. Tinham muitos defeitos em sua personalidade, mas começaram a ver o mundo de outra maneira.

Abriram o leque da inteligência.

Augusto Cury >Nunca desista de seus sonhos pag. 16

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A saga dos pobres em Serra Pelada


O Eldorado é possivelmente o mais conhecido dos mitos sobre a cidade do ouro. Contava-se que Eldorado era uma cidade indígena mais ou menos próxima a Bogotá (Colômbia), cheia de riquezas, ruas de ouro, templos de pedras preciosas, tudo em extrema abundância. Essa é uma história do século 16 que os conquistadores espanhóis trataram de alimentar e difundir, atraindo aventureiros para os desconhecidos da América. A lenda nunca se confirmou nem nunca se perdeu ao longo do tempo.

Pensar Serra Pelada é pensar também nesse sonho do Eldorado e em como esse sonho foi manipulado, se transformando na epopéia de mais de 100 mil garimpeiros, sendo mais de 70% nordestinos.

DO SONHO À TRAGÉDIA

Foi em 1980 que se encontraram as primeiras pepitas de ouro no lugar conhecido como Açaizal, distante aproximadamente cem quilômetros da sede do município de Marabá. Já um mês depois o aglomerado de pessoas nos arredores passava de cinco mil. A notícia corria longe e atraía levas e mais levas de maranhenses, piauienses, cearenses, baianos, paraibanos e outros. Instalado o garimpo, logo chega à região a primeira comitiva do governo federal. Foi quando o major Sebastião Rodrigues de Moura, vulgo Sebastião Curió, toma em suas mãos o controle da área, controle que iria se perpetuar por muito tempo.
O outro lado
Como verdadeiras válvulas de escape à dura realidade e às desumanas condições de trabalho, foram levados até Serra Pelada vários eventos como shows, reportagens enaltecendo o lugar (Rádio Nacional de Brasília, rede Globo de televisão) e até Os Trapalhões. Crescia assustadoramente o número de cabarés e bordéis nas proximidades, onde a figura do garimpeiro com grosso cordão de ouro, dente de ouro e um enorme toca-fitas a tiracolo era sinônimo de esbanjamento de dinheiro. Carros novos, chuva de dinheiro e excessos desnecessários faziam parte da vida dos garimpeiros que 'bamburravam' (enriqueciam).
Alguns casos viraram lendas, como o do garimpeiro que só tomava banho com água mineral e do outro que fretou um Boing 747, de Belém a São Paulo, somente para visitar uma antiga namorada. Mas essas histórias de fortuna não passaram de pequenas gotas num oceano de frustração e pobreza.
A grande massa garimpeira entrou em Serra Pelada pobre e saiu miserável (quando saiu!). Muitos daqueles homens se transformaram num enorme exército de reserva, ocioso, à disposição dos latifundiários locais. Ao contrário do que prega o senso-comum na região, a ruína dos garimpeiros não se deu graças a seu 'despreparo' para administrar o dinheiro ganho. Sua desgraça foi a própria formação do garimpo (e seus apêndices), a própria ilusão do enriquecimento relâmpago ao alcance de todos, a corrida alucinada do ouro a qualquer custo. O sonho não realizado levou-os à tragédia.
FANTASMA DA GUERRILHA
Serra Pelada já foi considerado o maior garimpo manual do mundo. Diz-se que de lá foram extraídas 40 toneladas de ouro, o equivalente a mais de 1 bilhão de dólares. Pesquisas da Vale do Rio Doce (detentora dos direitos de exploração da área, desde 1989) detectaram a presença de uma super-jazida de 150 toneladas de ouro, localizada a 400 metros de profundidade.
As disputas e interesses por Serra Pelada seguem gerando conflitos e mortes na região. As divergências passam também por um fundo de R$ 150 milhões, depositado à época em nome dos garimpeiros na Caixa Econômica Federal, que nunca foi resgatado. Muitos trabalhadores não conseguem provar que realmente estiveram no garimpo e o tumulto é grande quando há algum tipo de recadastramento. 
A luta encarniçada que acontece na região pela destruição do latifúndio é um outro capitulo da história atual dos garimpeiros que, na verdade, nada mais são que camponeses pobres saídos de sua terra, pessoas que sonharam e ainda seguem sonhando com libertação. A tentativa de dissipar o "fantasma da Guerrilha" do sul paraense definitivamente não vingou. E o povo o tem demonstrado no decorrer desses anos, com suas lutas radicalizadas, seu espírito, sua disposição, seu sangue.
É preciso captar as lições de Serra Pelada, essa saga de milhares de pobres. A luta de classes desenvolve-se à revelia das artimanhas e estratégias dos poderosos. Onde quer que exista opressão necessariamente haverá insubordinação. Onde quer que haja massas em movimento necessariamente estarão presentes as bandeiras e anseios do Araguaia. Enfim, cabe dizer que onde houver povo, este tratará sempre de ressuscitar Oswaldão, Dina, Helenira, Grabóis (pai e filho)... e suas palavras de alforria.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

7 dicas de como acabar um namoro


Talvez este não deveria ser o melhor texto para postar logo que muitos conseguiram ontem um(a) namorado(a). Porém, é uma possibilidade e risco para todos aqueles que namoram…
Então, se isso for necessário um dia, preste atenção nas 7 dicas para acabar um namoro decentemente:
Observe com atenção!
1.    Não trate as coisas com banalidade, como se se desfizesse de um brinquedo velho. Lembre-se que dentro do seu ex-namorado existem sentimentos que não podem ser simplesmente ignorados.
2.    Na hora de acabar, fale pessoalmente e a sós. Não evapore de uma hora para outra e nada de terminar o namoro por telefone, e-mail ou na frente de amigos. Não seja covarde. Converse particularmente.
3.    Seja objetivo, não enrole, não crie suspense, para a pessoa não sofrer mais ou se sentir enganada durante o tempo em que vocês ficaram juntos. Senão, o sentimento bonito que o seu ex-mamor tinha por você pode se transformar em ódio puro.
4.    Quando estiver falando, seja cuidadoso. Não diga coisas que firam mais ainda a pessoa. Ela vai se sentir bastante machucada pelo término do relacionamento. Tente não agravar a dor.
5.    Se o namoro está acabando por algo que você não aprecia na pessoa, seja franco sem magoar. Lembre-se que você também é de carne e osso, não é perfeito. Não tente bancar o bonzinho, o santinho da história, a vítima.
6.    Evite alterar a tonalidade da voz. Se a voz aumentar de volume, vai parecer mais uma briga do que o fim civilizado de um relacionamento.
7.    Antes de se preocupar com um próximo namoro, dê um tempo. É bom que não fique caracterizado que você deixou o seu namorado (ou namorada) para cair nos braços de outra pessoa.
(De Bem Com Você, CPB, págs. 135-136)

Médicos ou, puramente mercenários???

É importante deixar claro aqui, a não generalização, pois, conheço alguns poucos médicos que realmente demonstram cumprir o seu voto, e tratam o ser como humano, independente de uma aparente condição financeira, status e etc.   



Andando pelos hospitais da vida, pois, apesar de muito desejar isto, não sou de ferro nem tenho peito de aço. Já muitas coisas das quais me envergonhei em lugar daqueles que se dizem profissionais da saúde, médicos, doutores e etc.

Alguns afirmam que o "paciente" é tratado como um mero cliente que procura comprar uma determinada mercadoria. Não concordando com essa teoria, que se verdadeira fosse, teríamos um tratamento digno pelo produto que pagamos a preços exorbitantes, principalmente nos meios públicos. Afirmo sem medo de errar, somos melhores recebidos e tratados quando vamos comprar uma cebolinha no mercado, do que quando adentramos para um atendimento "médico".

Responda pra você:

* Quantas vezes o médico que atendeu o seu filho, foi atencioso, tocou quando necessário, examinou de verdade?
* Você já esteve em um consultório médico mas,  onde  as perguntas sobre você eram feitas de uma forma tão áspera, que a impressão de se estar numa sala de interrogatório policial era visível?
* Já teve vontade de pedir o dinheiro de volta ao sair de uma visita ao médico e se sentir lesado(a)?

O que acontece com o sistema de saúde de nosso querido País? Recordo-me de um relato admirado de uma senhora que ao levar o seu cãozinho de estimação a um Petshop, obteve ali um tratamento para seu bichinho que, segundo ela, nunca teve para si em uma clínica ou hospital, mesmo que particular.


Olhando sobre a cortina amarrotada da saúde brasileira, por outro lado, é possível vislumbrar uma paisagem hospitalar que dá repulsas ao menos entendido e revoltas constantes aos mais precisados.


Finalizando, não se deixe ser humilhado, você está pagando caro por um serviço de extrema necessidade, sua vida é o seu maior bem. Faça, ainda que pela força da justiça, valer os seus direitos.   


Médicos: Uma categoria de profissionais de extrema necessidade e elevada perícia. Parabéns aos bons médicos e médicas!


Edivan Oliveira Silva

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Religião


Nenhuma religião consegue sobreviver apoiada apenas em milagres.
Os milagres podem ser o começo de um encontro, mas a natureza humana logo se acostuma com o sobrenatural, e passa a tratá-lo de maneira displicente.
A busca espiritual sobrevive porque existem pessoas capazes de aventurar-se no mar desconhecido.
Claro que, além de coragem, é preciso ter paciência para escutar os comentários irônicos daqueles que acham que a razão é capaz de resolver todos os problemas humanos.
Certa vez, um produtor da televisão inglesa BBC procurou o padre franciscano Agnellus Andrew, exigindo uma prova da existência do céu e do inferno. A resposta veio curta e direta: “é simples: basta morrer”.
Fonte: http://g1.globo.com/platb/paulocoelho/

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Grafites e Diamantes

Ambos são formados do mesmo material, o carbono (nome dado por Lavoisier em 1789, do latim Carbo, Carvão e Carbone em francês). A grafite é um material abundantemente comercializado, que dá origem ao lápis, comprável em qualquer esquina, mole, frágil e barato.

O diamante é um material aparentemente simples, mas capaz de encantar quem o olha com jogo de cores e luz, com capacidade de refratar (curvar ou desacelerar) a luz à medida que é por ela atravessado. Uma das belas características do diamante é a de produzir o brilho adamantino e o fogo, efeitos encantadores de brilho e luz. Como produto final, vendido nas grandes empresas internacionais, como Tiffany & Co, é o desejo de muitas mulheres e alvo de muitos magnatas que os compram exatamente para presentear e surpreender suas respectivas esposas. O anel de noiva do que Ben Affleck deu a Jennifer Lopez é feito com um diamante cor-de-rosa, um dos mais raros e almejados diamantes.
O nome diamante vem do grego “adámas” que significa “indomável” ou “invencível”. Ele não é tão caro à toa, ele vai muito além da aparência. Segundo Beth Nicholson (cientista de materiais)
o diamante é o material mais duro conhecido pelo homem, é 10 vezes mais duro que o aço, 2 vezes mais duro e 10 vezes mais resistente à erosão que o carbureto de tungstênio e tem
20 vezes a força de compressão do granito. É por isso que o belo diamante é também forte e amplamente utilizado nas indústrias, inclusive na perfuração de poços de petróleo. Muitas brocas incluem uma combinação de aço, carbureto de tungstênio, PDC e bordas cortantes e trituradoras feitas de diamantes.
Feitas as apresentações. Vamos a uma análise das diferenças básicas entre esses dois materiais tão antagônicos, porém feitos da mesma matéria-prima, o carbono. 
A primeira diferença básica entre a grafite e o diamante está na experiência. Os diamantes, embora tenham a mesma origem da grafite, combinam os átomos de carbono com ligações muito fortes. Mas, o que faz com que essas combinações aconteçam? Eis aí está o X da questão. Tais ligações são feitas quando o carbono passa por temperaturas elevadíssimas no interior da terra. Segundo Nicholson os diamantes sofrem temperaturas muito altas e pressões muito fortes. “Os diamantes naturais são feitos nas profundezas da terra, mais ou menos a 180 km de profundidade, onde altas temperaturas e pressões existem naturalmente. Sob a crosta terrestre está o manto, que é formado por rocha derretida, metais e outros materiais. A temperatura é muito alta nesta profundidade – entre 1100°C e 1400°C. As fortes pressões são produzidas pelo peso de 180 km de rochas sobre o manto. Além do carbono, há quantidades ínfimas de outras substâncias, como nitrogênio e enxofre, que podem ficar presas no cristal quando ele é formado no manto. Essas impurezas podem definir a cor do diamante.” Até aqui, as palavras de Beth Nicholson. Agora prossigamos em nossa análise rumo às diferenças elementares entre grafite e diamante. Os diamantes são então expelidos para a terra via vulcões. Depois de muito tempo e muita erosão nas rochas, as chuvas e os ventos arrastam-nos para os rios ou eles ficam presos nas rochas. É por isso que o melhor lugar para se encontrar diamantes é no centro de um vulcão extinto.
**  Bem. Esse processo que ocorre com o diamante vai diferenciá-lo da grafite, que continua um produto que não vivenciou tanta pressão e temperatura.
>> Além da experiência do carbono pelo fogo, a segunda diferença básica da grafite para o diamante está nas ligações estruturais que são conseqüência desse processo de aquecimento. Uma diferença é conseqüência da outra. Como o diamante passou pela experiência do fogo, suas estruturas mudaram. Ele foi fortalecido. Religado. Reestruturado.
> Essa experiência de passar pelo fogo forja o diamante. Agora que sabemos o que diferencia diamante de grafite, então vamos partir para uma análise mais adaptada ao contexto humano.
* Na vida, são as circunstâncias desfavoráveis que nos fazem nos adaptar para crescer. O fogo simboliza tantos empecilhos que vêm para nos testar. E quantas vezes nos vemos obrigados a nos ajustar para poder sobreviver? Sem os ajustes uma empresa não sobrevive. Sem os ajustes o ser humano também não sobrevive. É o que acontece para que o carbono se transforme em diamante. Ele passa por ajustes em seus átomos. E esses ajustes vêm com o aumento da temperatura. 
* Os diamantes ficam no interior da terra, onde há alta temperatura. E são expelidos pelas erupções vulcânicas. Então, não é um ambiente fácil para qualquer material. Certamente, a alta temperatura vai forjar esse material e torna-lo aprovado. Por isso o diamante pode ser chamado carbono cristalizado. 
> A pressão e o calor transformaram suas estruturas. Se o carbono cristalizado pudesse falar, diria que foi um processo doloroso, mas depois de tudo ele veria que valeu a pena se transformar no material mais duro existente, com dureza de 10 Mohs, a máxima. Essa dureza não deve ser entendida no sentido de inflexibilidade, mas de integridade mesmo. De coragem e força para seguir mesmo quando as circunstâncias dizem não. 
    * Victor Civita, fundador da Editora Abril, disse que se fosse desanimar com todos os “nãos” que recebeu nunca teria chegado onde chegou. 
> Os homens de sucesso não o são porque encontraram caminhos fáceis de percorrer, mas porque souberam superar as pedras no caminho. 
> O diamante soube superar as pressões e altas temperaturas, por isso tornou-se um material duro e encantador.


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

TECNOLOGIA E SOCIEDADE

As influenciam, as contribuições diretas ou indiretas provenientes dos mecanismos tecnológicos caracterizaram firmemente o desenvolvimento das nações.
Quando o ábaco era o ápice da tecnologia de computação, talvez nunca se pensasse que “dias” mais tarde surgissem máquinas capazes de processar milhares de cálculos em fração de milésimos de segundos.
A sociedade moderna respira “bytes” em face da avalanche de figuras tecnológicas que invadem todos os meios humanos e até não humanos. Nossas roupas não são as mesmas de 20 anos atrás, pisamos em objetos de alta precisão industrial, comemos o que hoje chamamos de produtos industrializados com ênfase aos geneticamente modificados. Laçamos mãos aos subsídios da tecnologia aplicada à agroindústria, estes, além de outras funções, colocam à disposição sensores e softwares que alertam sobre doenças de suas plantações e alterações no seu desenvolvimento.
Contribuições para a engenharia tornaram possíveis as grandes “ocas” modernas, onde não 20 ou 30 índios, mas, 2000 ou 3000 pessoas podem morar ou trabalhar se divertir e etc. Permitiram grande desenvolvimento no campo dos transportes, saindo dos barcos a vela e vapor aos grandes transatlânticos e cargueiros movidos a potentes motores. Evoluímos doLanchester 1897 (carro), para as potentes máquinas de 1200 cavalos que alcançam 300 km de velocidade ou locomotivas que arrastam 400 vagões carregados de minério de ferro cortando um país. Ainda aqui, a engenharia permitiu através de um túnel, a ligação entre o Mar do norte e o Atlântico, fazendo do canal da mancha um marco das grandes construções modernas na Europa.
Quanto tempo você acha que duraria se possível, uma viagem de carro, do Brasil ao Japão? As grandes ou pequenas aeronaves são imprescindíveis, asas para o desenvolvimento de economias mundiais, encurtando caminhos, distancias e unindo pessoas. Por falar em unir, é indiscutível o poder da tecnologia nas comunicações e relações humanas. Recursos modernos como: internet, celular, computadores... Marcam uma era onde as distancias não são as mesmas e os conceitos interpessoais sofrem instantaneamente mudanças bruscas para fins positivos ou negativos.
Somos influenciados por elas e influenciamos o surgimento de novos recursos tecnológicos, mas, por vezes nos tornamos reféns dos mesmos. A mídia através da televisãohoje, uma ferramenta que "tem" a capacidade formar opiniões, derrubar ou formular conceitos e tendências, tornou-se também uma arma poderosa para as elites trabalharem seus intuitos para manipulação das massas.


Edivan Oliveira Silva
Pedagogo - UVA
Licenciando em Computação - UFRA