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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Hiroshima após a bomba atômica


Um museu americano, o Institute of International Photography, está apresentando imagens inéditas de Hiroshima, no Japão, colhidas após a explosão da bomba atômica lançada por forças americanas no final da Segunda Guerra, em 1945.

Encomendadas pelo governo americano logo após o bombardeio da cidade, em 6 de agosto de 1945, as imagens nunca haviam sido divulgadas.
A coleção de fotos na exposição 'Hiroshima: Ground Zero 1945' dá uma ideia da dimensão da destruição deixada pela explosão, que matou mais de 140 mil pessoas.
Segundo os curadores da exposição, elas são um testemunho da primeira vez em que uma bomba nuclear foi usada contra uma cidade.
Imagem de Hiroshima após a bomba (Foto: International Center of Photography. )Imagem de Hiroshima após a bomba (Foto: International Center of Photography)
Confidencial
Logo após o bombardeio, o governo do presidente Harry Truman restringiu a circulação de imagens de Hiroshima nos Estados Unidos.
No entanto, Truman criou a unidade de Pesquisa Estratégica de Bombardeio dos Estados Unidos, formada por civis e militares, para estudar o alcance da devastação na cidade japonesa.
A Divisão de Danos Físicos do grupo registrou o impacto da explosão nos edifícios e materiais de construção em Hiroshima. A partir da análise destas fotos, o governo americano esperava desenvolver projetos arquitetônicos de defesa civil para o país.
Mais de 1.100 imagens foram feitas a pedido do governo, e cerca de 800 foram incluídas em um relatório confidencial de 1947 sobre os efeitos da bomba atômica.
Posteriormente, as descobertas da expedição foram usadas por arquitetos e engenheiros civis americanos na construção de abrigos anti-bombas.
O museu exibirá 60 fotos de sua coleção e o relatório feito em 1947. A exposição 'Hiroshima: Ground Zero 1945' pode ser vista até 28 de agosto, em Nova York.
Imagem de Hiroshima após a bomba (Foto: International Center of Photography)Imagem de Hiroshima após a bomba (Foto: International Center of PhotographyFonte: http://www.bbc.co.uk/